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terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Ler é o melhor que há!

A Leitura por prazer!...



A Leitura nas Atividades Curriculares!...

Plano Nacional de Leitura


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Educação Literária

«Foi criado, de acordo com as melhores práticas internacionais, o domínio da Educação Literária, que recebeu vários descritores que antes estavam dispersos por diferentes domínios.
      Tal corresponde a uma opção de política da língua e de política de ensino.
    Argumenta-se, de um lado, que a Literatura, como repositório de todas as possibilidades históricas da língua, veícula tradições e valores e é, como tal, parte integrante do património nacional; do outro, que a Educação Literária é imprescindível para uma forma de cidadania mais complexa e consciente, contribuindo para a formação completa do individuo. A especificação deste domínio autónomo visa, pois, salientar a importância conferida à Literatura e levar as novas gerações, conscientemente, à apreensão dos seus valores. Neste âmbito ainda, foi criada uma lista de obras e textos literários (ver documentos abaixo) para leitura anual, válida a nível nacional, garantindo assim que a escola, a fim de não reproduzir diferenças socioculturais exteriores, assume integralmente a defesa de um currículo mínimo para todos os alunos que frequentam o Ensino Básico. Esta lista tem em conta os referenciais enunciados no programa, concretizando, quando é o caso, a proposta de textos e obras neles referidos, e é composta por um núcleo comum e por várias sugestões com caráter opcional. A opcionalidade pretende oferecer alternativas de qualidade dentro de parâmetros idênticos.»










Feliz 2015!




Para você ganhar belíssimo Ano Novo 
cor do arco-íris, ou da cor da sua paz, 
Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido 
(mal vivido talvez ou sem sentido) 
para você ganhar um ano 
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras, 
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser; 
novo até no coração das coisas menos percebidas 
(a começar pelo seu interior) 
novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota, 
mas com ele se come, se passeia, 
se ama, se compreende, se trabalha, 
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita, 
não precisa expedir nem receber mensagens 
(planta recebe mensagens? 
passa telegramas?) 

Não precisa 
fazer lista de boas intenções 
para arquivá-las na gaveta. 
Não precisa chorar arrependido 
pelas besteiras consumadas 
nem parvamente acreditar 
que por decreto de esperança 
a partir de janeiro as coisas mudem 
e seja tudo claridade, recompensa, 
justiça entre os homens e as nações, 
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal, 
direitos respeitados, começando 
pelo direito augusto de viver. 

Para ganhar um Ano Novo 
que mereça este nome, 
você, meu caro, tem de merecê-lo, 
tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil, 
mas tente, experimente, consciente. 
É dentro de você que o Ano Novo 
cochila e espera desde sempre.