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terça-feira, 15 de março de 2016



Estamos em festa!
Viva a SEMANA DA LEITURA!!!




Consulte 

Após a sua visita, o escritor Bruno Magina deixou-nos um feedback. 
Vamos partilhá-la consigo:



A VILA DAS CORES 
no Agrupamento de Escolas Arménio Lança
No dia 29 de fevereiro de 2016 – dia estatisticamente raro –, a convite da Professora Bibliotecária Antónia Lança, tive oportunidade de visitar duas escolas (bibliotecas escolares) deste agrupamento para apresentar o meu livro A VILA DAS CORES.
Rapidamente, constatei que toda a comunidade escolar estava amplamente envolvida (professores e professoras, assistentes, alunos/as), pois havia cartazes alusivos ao meu livro e todas as pessoas me receberam chamando-me pelo nome – como se já me conhecessem –, fazendo um pouco lembrar o início da estória: «numa vila tão pequena, tal acontecimento desperta muita curiosidade…».
As atividades nas duas escolas seguiram mais ou menos a mesma estrutura: foi lida a minha biografia (vida e obra, minuciosamente traçadas), foram expostas ilustrações realizadas pelas crianças e foi dramatizado um excerto do texto (com narrador e personagens). Foi também (re)criado “O Bairro das Cores”, com alunos de uma turma coroados com a cor da sua preferência.
Um aspeto que me marcou (no meio de tantos outros) foi uma ou duas crianças terem escolhido uma ou duas cores de famílias para ilustrar, justificando que “como ninguém escolheu esta cor, eu decidi trabalhá-la” (de modo a nenhuma ficar excluída).
Ficou claro que alunos e professores trabalharam com afinco e prepararam-se para este dia, de modo a celebrá-lo da melhor forma – e é isso que enriquece seja que atividade for, potenciando o processo de ensino-aprendizagem.
Os alunos aprendem com motivação. É muito diferente aprender algo que se quer e de que se gosta ou simplesmente adquirir um conhecimento. Neste agrupamento, os professores demonstraram transmitir conhecimento com saber e com essência, aproveitando todos os momentos para tentar incutir várias competências, como o saber estar em público e o saber ouvir e fazer-se ouvir.
Por tudo isto, enquanto autor mas também enquanto Pessoa, faço um balanço muito positivo deste dia tão completo que passei em Ermidas-Sado e Alvalade do Sado. 

Bruno Magina, 2 de março de 2016


No dia 29 de fevereiro, recebemos a visita do escritor Bruno Magina nas Bibliotecas Escolares do nosso Agrupamento!

Esta visita teve início na Escola Básica de Ermidas Sado.

A apresentação (Biografia e Bibliografia) ficou a cargo dos alunos do 3º/4º Anos e interpretaram de forma gráfica o livro "Vila das Cores", simbolizado pelo Bairro das Cores.

  
  Somos a Cristiana e a Matilde, alunas do 4º ano desta Escola.
Estamos aqui para vos apresentar a Biografia (história da sua vida) e a bibliografia (os livros que escreveu) do escritor Bruno Magina. 

Bruno Magina tem 31 anos e nasceu em Lisboa.
Vive em Lisboa. Concluiu em 2006 a sua licenciatura em Ensino Básico, em Matemática Ciências, na Escola Superior de Educação de Lisboa. Desde então os projectos e as iniciativas têm sido muitas. Foi coordenador num ginásio de matemática, monitor na exposição itinerante da Universidade de Aveiro e da Caixa Geral de Depósitos e animador de campos de férias seniores. Entre 2009 e 2013 trabalhou como formador de alfabetização e de educação e formação de adultos. 

Colaborou na primeira Lego Fun Factory em Portugal.
O autor d´A Vila das Cores foi um dos vencedores da Bolsas Jovens Criadores 2015, na área da literatura.
Bruno Magina recebeu uma bolsa para desenvolver o seu projeto de criação e divulgação de livros ilustrados para crianças e jovens:
A Vila das Cores foi publicado pela primeira vez em novembro de 2014. A segunda edição foi apresentada em novembro e será simultaneamente apresentada, um pouco em escolas e em bibliotecas de todo o país.
O próximo livro do autor será publicado no primeiro semestre de 2016 e seguirá a linha
Infanto – juvenil.

 Os alunos do 2º e 3º Anos dramatizaram o excerto da obra "Vila das Cores".




Parecia mais um dia normal na bela e pequenina Vila das Cores, mas a harmonia das seis coloridas famílias que aqui vivem estava prestes a ser abalada com a chegada dos novos moradores.
A nova família já era ansiosamente aguardada há algum tempo, pois durante meses todos puderam assistir à construção da sua linda casa. Numa vila tão pequena, tal acontecimento desperta muita curiosidade.
Porém, um pormenor desta nova família deixou alguns moradores da vila com os cabelos em pé...
Isso mesmo... A COR VIOLETA!!!
A Família Vermelho, mal os viu, não se mostrou lá muito satisfeita:
– Violeta?! Onde é que já se viu tal cor? Não é vermelho nem é azul… É um absurdo que permitam este tipo de cor na nossa vila. É ainda pior do que o laranja… Uma coisa é certa: violeta não fica nada bem na nossa vizinhança! Que Deus nos valha!
A Família Laranja, como já era seu hábito, veio acalmar um pouco os ânimos:
– Acalmem-se lá, caros vizinhos... Afinal, vermelho e laranja nem são cores assim tão diferentes! E o violeta usa-se muito na América. Talvez não seja mau para a nossa vila termos cá também esta cor. É uma cor um tanto mais moderna, só isso! Se até já cá temos amarelo...
Imaginem que até a Família Amarelo foi apanhada de surpresa com esta situação:
– Nós já viajámos muito e conhecemos muitas cores diferentes, mas nunca ouvimos falar em nada como violeta, nem aqui nem na China! Nós até somos bem modernos, é verdade, mas isto não será demais? Ai, que os nossos vizinhos “verdotes” já não têm idade para estas coisas!
Embora um pouco a medo, a Família Verde veio em defesa dos novos moradores:
– Existem muitas coisas bonitas na natureza com a cor violeta, sim! E exatamente por sermos “verdotes” é que sabemos isso! Por exemplo, a flor violeta é lindíssima! Nós não nos importávamos nada de plantar algumas violetas no nosso jardim! Parece que os nossos vizinhos “cor de canário” têm de andar mais atentos!
A Família Azul, por sua vez, não mostrou grande preocupação ou interesse:
- A casa deles fica no fim da vila, bem longe da nossa. E cá para nós, no meio de tantas cores estranhas, a cor violeta não aquece nem arrefece! Não queremos é saber de confusões para os nossos lados. Eles que são
coloridos que se entendam! Desde que não se misturem com a nossa cor… É “Paz e Amor”!
Só a Família Anil, habituada a resolver estes conflitos, conseguiu ser mais sensata:
– O violeta é realmente uma cor diferente. Mas a torcer o nariz e a virar as costas não estamos a resolver nada! Que tal uma semana de experiência com a nova cor? Afinal, não podemos julgar sem conhecer, não é verdade?
As outras famílias responderam com algumas dúvidas e muita discussão:
– Como será vê-los a andar pelas ruas vestidos de violeta? Ver os filhos deles no parque com brinquedos de cor violeta? Ou, pior ainda, se os nossos filhos também começarem a gostar de violeta?!
Apesar de tudo isto, lá acabaram por aceitar a proposta e dar uma oportunidade à Família Violeta de se integrar na Vila das Cores. Entretanto… SURPRESA! Os moradores não conseguiam acreditar no que os seus olhos viam…
(Bruno Magina)

Os alunos do 1º/2º Anos interpretaram a obra através de desenhos.

E chegou a vez do escritor Bruno Magina, que apresentou a obra "Vila das Cores", lendo-a integralmente enquanto o grupo (Pré Escolar e 1º Ciclo de Ermidas Sado) assistiam com muita atenção. 


Seguiu-se um período de questões ao escritor da responsabilidade das alunas Cristiana Lopes e Matilde Pereira do 4º ano, nomeadamente...

1-    Qual a sua formação e experiência na área de ensino?
  R-Concluí, em 2006 a minha licenciatura em ensino Básico na área de matemática e ciências da Natureza, na Escola Superior de Educação de lisboa.

2-    O que o inspirou a escrever “ A Vila das Cores”?
R-Tudo começou com um desafio lançado, em finais de 2012, pela associação ILGA Portugal, chamado “ Um Conto Arco-íris. Inspire-me, ou antes tomei como ponto de partida o conceito “ família arco-íris”. Criei uma vila onde as casas e as famílias são associadas a cores.

3-O que pretende transmitir às crianças através dessa história?
R-Acima de tudo o respeito, a aceitação e a valorização de toda e qualquer diferença. No fundo, a luta contra a descriminação o preconceito, o bullying.

4-Como tem sido aceite o livro por parte das crianças e dos adultos?
R-As crianças reagem bem às imagens, às cores, á simplicidade do texto. Os adultos dizem muitas vezes que “fazem falta livros assim”.

5-Quando será publicado o seu novo livro?
R-O novo livro será editado no início deste ano.


E para terminar a sessão, o escritor autografou os livros ...


A mesma dinâmica repetiu-se na Escola Básica Professor Arménio Lança, em Alvalade, na Sala aLER+.

As alunas Sara Lança e Catarina Alcaçarem apresentaram o escritor.

A turma do 4º Ano dramatizou o excerto da obra.
 
As turmas também fizeram desenhos e fichas de leitura alusivos à obra.

O autor apresenta a sua obra.

Os alunos colocaram perguntas ao escritor...

...enquanto o grupo ouvia atentamente.

Sessão de autógrafos.


 As turmas tiraram fotos com o escritor

Toda a dinâmica foi orientada pela professora bibliotecária.














terça-feira, 23 de fevereiro de 2016


NOVIDADES!!!





Partilhamos as opiniões daqueles que "viveram"momentos de saber e conhecimento inesquecíveis...

Durante os dias 4 e 5 de fevereiro vivi experiências incríveis.
Visitei lugares com paisagens maravilhosas e que vou recordar. Ana Martins

Esta viagem foi bastante engraçada e muito boa, podemos aprender muitas coisas sobre a História de Portugal. Bernardo Sequeira
                                         
A viagem foi boa e muito interessante. Beatriz Custódio
                                      
Foi uma viagem muito interessante, visitamos sítios fixes como o Bom Jesus de Braga, centro de ciência viva de Guimarães. Etc… Rafael Colaço
                                                            
Adorei as paisagens, eram lindas. Rute Albino                              

Achei a viagem divertida e interessante. Micaela Oliveira
                                          
A viagem foi muito divertida, conhecemos muitas coisas diferentes. Beatriz Pereira
                                                                                              
O que gostei mais foi a noite na pousada, da ida ao Shopping, do convívio, de rir com os meus amigos. Foi divertido e espero que para o ano haja mais visitas como esta, ou melhor ainda. Dalila Segundo
                                              
Na visita da disciplina de EMRC, o que eu mais gostei foi ir ao Castelo de Guimarães e ao Centro de Ciência Viva de Guimarães e subir no funicular ao Bom Jesus do Monte de Braga. Na Pousada, a vista do nosso quarto era linda. Cátia Josué
    

Gostava de repetir uma viagem como esta. Cíntia Leonor

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016



Tal como os nossos colegas, estamos conscientes da importância das visitas de estudo na formação integral dos nossos alunos e, por isso, lá fomos nós...outra vez!!!



Guião de Acompanhamento à visita de estudo
(disponível para impressão)

O grupo no Santuário do Sameiro  (Braga)

 Subida no funicular do Bom Jesus do Monte (Braga)

 Museu/Palácio dos Biscainhos (Braga)

Sé de Braga

 Visita ao Paço dos Duques em Guimarães

 Visita ao Castelo de Guimarães
 Ateliês no Centro de Ciência Viva de Guimarães 





Refletindo sobre...
Visita de estudo é uma das estratégias que mais estimula os alunos, dado o caráter motivador que constitui a saída do espaço escolar. A componente lúdica que envolve, bem como a relação professor-alunos que propicia, leva a que estes se empenhem na sua realização. Contudo, a visita de estudo é mais do que um passeio. Constitui uma situação de aprendizagem que favorece a aquisição de conhecimentos, proporciona o desenvolvimento de técnicas de trabalho e facilita a sociabilidade.
Um dos objetivos das novas metodologias de ensino-aprendizagem é, precisamente, promover a interligação entre teoria e prática, a escola e a realidade. A visita de estudo é um dos meios mais utilizados pelos professores para atingir este objetivo, ao nível das disciplinas que lecionam. Daí que seja uma prática muito utilizada como complemento para os conhecimentos previstos nos conteúdos programáticos que assim se tornam mais significativos.
As visitas de estudo têm, progressivamente, acentuado o seu caráter interdisciplinar: as deslocações dos alunos surgem articulando conhecimentos e conteúdos das várias disciplinas e são organizadas por estes professores. Uma mesma realidade é suscetível de ser abordada em diferentes perspetivas, tornando-se mais fácil para os alunos compreender, no concreto, que os conhecimentos não são compartimentados.
Por outro lado, visitas globalizantes - no decurso das quais se reconhecem aspetos geográficos, históricos, artísticos, económicos, literários… - favorecem a compreensão do caráter total da realidade. Estas experiências, que implicam a coordenação do trabalho entre os professores, tornam mais fácil a abordagem transversal dos diferentes conteúdos programáticos.
Assim, a visita de estudo tem múltiplas potencialidades pedagógicas e formativas; de entre elas destacam-se as que decorrem da relação de proximidade entre professores e alunos. Num outro registo, num outro contexto de trabalho, o clima interpessoal melhora. E, muitas vezes, mais importante que os conhecimentos que se adquirem, são as descobertas mútuas que se proporcionam.”

Adaptação do texto “As visitas de Estudo”