Número total de visualizações de páginas

quinta-feira, 28 de maio de 2020


As Bibliotecas Escolares desejam a todas as crianças um dia recheado de alegria, polvilhado, se possível, com os pozinhos mágicos de um bom livrinho!



BOAS LEITURAS!
EM QUALQUER FORMATO!






A Declaração Universal dos Direitos das Crianças
  1. Todas as crianças têm o direito à vida e à liberdade.
  2. Todas as crianças devem ser protegidas da violência doméstica.
  3. Todas as crianças são iguais e têm os mesmos direitos, não importa a sua cor, sexo, religião, origem social ou nacionalidade.
  4. Todas as crianças devem ser protegidas pela família e pela sociedade.
  5. Todas as crianças têm direito a um nome e nacionalidade.
  6. Todas as crianças têm direito a alimentação e ao atendimento médico.
  7. As crianças portadoras de dificuldades especiais, físicas ou mentais, têm o direito a educação e cuidados especiais.
  8. Todas as crianças têm direito ao amor e à compreensão dos pais e da sociedade.
  9. Todas as crianças têm direito à educação.
  10. Todas as crianças têm direito de não serem violentadas verbalmente ou serem agredidas pela sociedade.


DIA FESTIVO!

                                                 Kamilla Stati

1 DE JUNHO

Em Portugal, o Dia Mundial da Criança celebra-se todos os anos a 1 de Junho.

Este Dia foi criado em 1950, alguns anos após o fim da II Guerra Mundial, para sensibilizar a comunidade internacional para os problemas que atingiam tantas crianças no mundo. Num panorama flagelado, em termos sociais e humanitários, a Federação Democrática Internacional das Mulheres e a ONU quiseram defender as crianças dessa destruição.

No entanto, ainda hoje estão por cumprir tantos dos princípios da Declaração Universal dos Direitos da Criança. A Unicef revelou que há 30 milhões de crianças em extrema dificuldade, nos países ditos desenvolvidos.

Este é um dia que fará todo o sentido lembrar enquanto existirem no mundo crianças a quem são negados os cuidados mais básicos – amor, saúde e segurança. Podemos mimar os nossos, sempre, ensinar-lhes quais os seus direitos, e consciencializar assim os adultos do futuro sobre a importância dos sentimentos, das boas ações e da ajuda ao próximo.

                              
         in pumpkin.pt



segunda-feira, 25 de maio de 2020



22 de maio
Dia do Autor Português



Neste dia todos os autores portugueses estão de parabéns!

Foi com o propósito de homenagear o autor português e destacar a sua importância no desenvolvimento da cultura e do bem-estar da comunidade que se criou esta data em 1982. Este dia assinala igualmente o aniversário da Sociedade Portuguesa de Autores.

Para celebrar a efeméride realizam-se várias atividades no país, com destaque para o encontro com os autores portugueses e as iniciativas de promoção e incentivo à leitura realizadas nas bibliotecas escolares.

Todos são convidados a recordar os grandes autores portugueses neste dia ou a conhecer novos autores, desde os talentos emergentes na cena nacional aos talentos mais anónimos!


in Calendarr 

Em jeito de homenagem a todos os autores portugueses (e porque LER é bom!), aqui fica este poema: 



quinta-feira, 21 de maio de 2020


O dia visa alertar a população para a necessidade e importância da conservação da diversidade biológica.

Este Dia Internacional da Biodiversidade foi proclamado pelas Nações Unidas a 22 de maio porque foi nesta data (22 de maio de 1992) que se adotou o texto final da Convenção da Diversidade Biológica.

Todos os anos o Dia Internacional da Biodiversidade celebra-se à volta de um tema. O tema de 2020 é "Nossas soluções estão na natureza".
“A biodiversidade, seja uma espécie ou todo um ecossistema, é vital para a saúde e o bem-estar dos seres humanos. A qualidade da água que bebemos, os alimentos que consumimos e o ar que respiramos dependem da boa saúde da natureza.”
(https://unric.org/pt)

Necessitamos de ecossistemas saudáveis! 

Os ecossistemas do mundo enfrentam ameaças 

sem precedentes! 

Um relatório bastante assertivo da Plataforma Intergovernamental de Políticas Científicas sobre a Biodiversidade e os Serviços dos Ecossistemas revela que a natureza está a desparecer a um ritmo nunca visto na história da humanidade. Desde 1990, a Terra perdeu 28,7 milhões de hectares de florestas que ajudam a absorver as emissões nocivas de dióxido de carbono da atmosfera. Um milhão de espécies de plantas e animais estão em risco de extinção e mais de 90% da população de peixes marinhos estão em declínio ou são excessivamente explorados.
“Os impactos nas pessoas em todo o mundo serão graves. Segundo as previsões, as atuais tendências negativas da biodiversidade e dos ecossistemas minarão o progresso até 80% das metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Nós simplesmente não podemos permitir que isso aconteça.” (https://unric.org/pt)

O Dia Internacional deste ano destaca o impacto da negligência ambiental na segurança alimentar e a saúde pública. O atual sistema alimentar do mundo está cada vez mais deteriorado. Milhares de milhões de pessoas não têm acesso a uma nutrição adequada. Aproximadamente um terço do que é produzido é perdido ou desperdiçado. A forma como crescemos, processamos, transportamos, consumimos e desperdiçamos alimentos é a principal causa da perda de biodiversidade, contribuindo, simultaneamente, para as alterações climáticas.

Precisamos agir rapidamente para reverter essas tendências e promover mudanças transformadoras. Existem soluções!

Ao interromper as práticas prejudiciais ao meio ambiente, ao diversificar os nossos sistemas alimentares e ao promover padrões mais sustentáveis de produção e consumo, podemos melhorar a saúde global, aumentar a segurança alimentar e fortalecer a resiliência às alterações climáticas.

A biodiversidade é a base da vida no planeta Terra e um dos pilares do desenvolvimento sustentável. A riqueza e variedade de vida tornam possível o “fornecimento de serviços” dos quais dependemos, como por exemplo a água potável que bebemos, o ar que respiramos, e o alimento, entre muitos outros.
20 de maio
DIA EUROPEU DO MAR

Sendo o nosso Agrupamento uma
não quisemos deixar de nos associar a esta comemoração.


20 de maio
DIA DA ABELHA
A Organização das Nações Unidas designou o dia 20 de maio como o Dia Mundial da Abelha, para reconhecer e celebrar a contribuição individual das abelhas no planeta e na sociedade.

A data coincide com o aniversário de Anton Jansa, pioneiro em técnicas modernas de apicultura que, no século XVIII, na Eslovénia, evidenciou a capacidade de trabalho das abelhas.

Atualmente, as espécies de abelha estão sob risco de extinção de 100 a mil vezes mais alto que o normal por causa do impacto humano.

Esta iniciativa, que teve início em 2018 e que tem por objetivo sensibilizar a população para o papel essencial das abelhas e dos outros polinizadores, na saúde humana e no planeta, bem como para os muitos desafios e ameaças que estas espécies têm de enfrentar.


O tema do ano 2020 é “Compromisso com as abelhas”, com especial realce na produção apícola e boas práticas adotadas pelos apicultores em todo o mundo para apoiar o seu meio de subsistência e oferecer produtos de alta qualidade.

A proteção da sanidade apícola também é assegurada pela DGAV através do Programa sanitário anual e o Plano Integrado de Controlo Oficial de Apiários (PICOA) que consiste na realização de controlos oficiais a apiários no território nacional continental com comunicação de resultados e recomendações aos apicultores.

Do ponto de vista de ameaças às abelhas e à apicultura, realçam-se as catástrofes naturais (incêndios) e o risco de introdução de novas doenças das abelhas.

Incêndios 
Como catástrofes naturais mais recentes, a ocorrência de incêndios em junho no verão e outono do ano passado apresentaram grande impacto a nível local, com perdas de milhares de colónias e sobretudo com perda de alimento para as colónias sobreviventes.

O Governo tomou então medidas de mitigação do efeito dos incêndios florestais no setor apícola, como a distribuição de várias toneladas de açúcar aos apicultores para alimentação das abelhas, através das organizações do setor.

Doenças das abelhas 
A varroose é uma doença endémica em Portugal (e na maior parte da Europa) e continua a ser o principal problema sanitário do efetivo apícola nacional.

A Comissão Europeia considera que o aparecimento das outras doenças das abelhas surge devido à fragilidade das colmeias causada pela varroose, pelo que é primordial o controlo desta doença.

No contexto de uma estratégia sanitária de acordo com os princípios estabelecidos pela Organização Mundial de Saúde Animal, pela Comissão Europeia e pela legislação nacional, a DGAV elaborou o “Plano de luta contra a varroose” , com o objetivo de constituir uma ferramenta de apoio para os apicultores e as suas organizações na luta contra a varroose no território nacional.

O Plano apresenta recomendações específicas de medidas de cariz higieno-sanitário, com principal enfoque numa correta utilização de medicamentos para o tratamento da doença, estando atualmente autorizados pela DGAV um total de 14 medicamentos para tratamento.

Risco de novas doenças 
A presença em Itália desde 2014 de uma nova doença de abelhas, Aetinose por Aethina tumida, constitui uma ameaça para a apicultura nacional. As infestações provocadas por Aethina tumida são muito agressivas e incontroláveis levando muitas vezes à destruição das colónias e ao desaparecimento das abelhas. Até à data, Itália ainda não conseguiu controlar a presença desta doença no país, com milhares de colmeias já destruídas, pelo que está atualmente proibida a expedição de abelhas a partir das regiões afetadas de Itália.

As preocupações dos apicultores com a presença de Aethina tumida em Itália são amplamente partilhadas pela DGAV, que considera que a Comissão Europeia está a tomar as diligências possíveis para proteção do efetivo apícola dos restantes Estados Membros, através de medidas legislativas (decisões comunitárias) que determinam a proibição de certificação para exportação de abelhas de regiões afetadas de Itália, bem como em pedidos de reforço da vigilância de todas as entradas de abelhas, dentro da União Europeia e provenientes de Países Terceiros, de modo a evitar a disseminação da doença por outros Estados Membros.

Face a esta nova ameaça para a apicultura portuguesa, a DGAV tem mantido o estado de alerta através do reforço das medidas de vigilância face à possibilidade de entrada da doença no território nacional, e tem promovido a divulgação de informação sobre a doença e sobre as medidas de salvaguarda para evitar a sua introdução em Portugal.

Como ajudar: 
· Plantar diversidade de espécies nativas que floresçam em diferentes estações;
· Comprar mel natural de produtores locais;
· Adquirir produtos de fontes e produtores sustentáveis;
· Evitar pesticidas, herbicidas e outros produtos nocivos em nosso jardim;
· Proteger as colónias de abelhas; sempre que possível adotar uma criação;
· Conservar uma fonte de água para as abelhas ao deixar uma bacia com água do lado de fora;
· Ajudar os ecossistemas florestais;
· Aumentar a conscientização sobre o compartilhamento de informações entre nossas comunidades e redes.


A redução das abelhas afeta todos!